Planejamento tributário
Estudo comparativo entre Simples, Presumido e Real para você parar de pagar imposto a mais.
O que está incluso
- Simulação dos três regimes com seus números
- Revisão de CNAE e Fator R
- Recuperação de tributos pagos a maior
- Revisão anual de enquadramento
Precisa de algo que não está na lista? A gente orça à parte e só executa depois da sua aprovação por escrito — nunca aparece uma surpresa na fatura.
Planejamento tributário é comparar, com o seu número real, quanto a empresa pagaria em cada regime — e escolher o menor de forma lícita. Não é manobra: é usar a regra que já existe a favor de quem tem o direito de usá-la.
A conta muda com três coisas: o quanto você fatura, o quanto sai de folha e pró-labore, e o quanto a atividade permite de crédito. Duas empresas com o mesmo faturamento e atividades diferentes podem ter diferença de dois dígitos percentuais no imposto.
O estudo tem hora certa. A opção pelo Simples vale para o ano inteiro e, para 2027, precisa ser pedida até 15 de outubro de 2026; a escolha entre Presumido e Real se define no primeiro recolhimento do ano. Quem perde a janela paga a diferença por doze meses.
1. Levantar o retrato real
Faturamento dos últimos doze meses mês a mês, folha, pró-labore, compras com direito a crédito e a distribuição por atividade. Sem esse retrato, qualquer simulação é chute com aparência de planilha.
2. Simular os três regimes
Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, com o mesmo conjunto de números. No Simples, testa-se o anexo aplicável e, quando cabe, o efeito do Fator R — que pode mover a empresa do Anexo V para o III e mudar a alíquota de 15,5% para 6% na primeira faixa.
3. Testar o pró-labore
O pró-labore entra na conta do Fator R e, ao mesmo tempo, gera INSS e IRRF na pessoa física. Existe um ponto em que aumentar o pró-labore reduz o imposto total, e um ponto a partir do qual passa a aumentar. Achar esse ponto é boa parte do trabalho.
4. Olhar o que vem pela frente
A reforma tributária traz uma escolha nova para quem está no Simples: manter IBS e CBS dentro do DAS ou recolher por fora, pelas regras gerais. O que decide não é o valor do imposto, é quem compra de você — e a opção vale por semestre: depois que começa a valer, não se desfaz até o semestre acabar.
5. Entregar a recomendação com a conta aberta
O resultado é um comparativo com os números lado a lado, a recomendação, o que precisa ser feito para executá-la e o prazo de cada passo. Recomendação sem a conta atrás é opinião.
O que você precisa ter em mãos
- Faturamento mês a mês dos últimos 12 meses
- Folha de pagamento e pró-labore atuais
- CNAEs exercidos de fato, não só os registrados
- Principais despesas e compras da operação
- Perfil dos clientes: pessoa física ou empresa
Perguntas frequentes
- Planejamento tributário é legal?
- É. Elisão fiscal é escolher, entre caminhos previstos em lei, o de menor carga — e é direito de qualquer contribuinte. Diferente de evasão, que é omitir ou falsear fato gerador, e é crime. Tudo o que recomendamos se sustenta em documento.
- Quando é a melhor época para fazer o estudo?
- No segundo semestre, antes de as janelas de opção fecharem. Para 2027, o pedido de entrada no Simples vai até 15 de outubro de 2026, e a opção de recolher IBS e CBS por fora do DAS, até 30 de outubro. A escolha entre Presumido e Real se define no primeiro recolhimento do ano. Estudo feito depois das janelas só vale para o período seguinte.
- O que é o Fator R e por que ele aparece sempre?
- É a razão entre a folha (incluindo pró-labore) e o faturamento dos últimos doze meses. Chegando a 28%, várias atividades de serviço saem do Anexo V e passam ao Anexo III, o que muda a alíquota de 15,5% para 6% na primeira faixa. É a alavanca mais acessível para quem presta serviço. Ver a Calculadora de Fator R.
- Vale a pena sair do Simples?
- Às vezes, sim. Empresa de serviço com folha pequena no Anexo V, ou empresa perto do teto de R$ 4,8 milhões, pode pagar menos no Lucro Presumido. Quem vende para outras empresas também precisa considerar o crédito que repassa. Só a simulação com o seu número responde.
- Com que frequência preciso refazer?
- Uma vez por ano, e sempre que algo estrutural mudar: faturamento que salta de faixa, contratação relevante, atividade nova, entrada num mercado B2B. A reforma tributária, com janelas semestrais, aumenta a frequência dessa conversa.
- Vocês garantem economia?
- Não garantimos número, e desconfie de quem garante. O que entregamos é o comparativo com a conta aberta. Em muitos casos o estudo confirma que o regime atual já é o melhor — e essa também é uma resposta útil, porque encerra a dúvida.
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